É chegado o tempo de compreender quem você está se tornando.
Tempo de Colher
e você não precisa voltar a ser quem era.
Parece familiar pra você?
Existe uma fase da vida em que o corpo muda, os desejos mudam, as prioridades mudam… mas mesmo assim, muitas mulheres continuam tentando funcionar como antes.
Tentando dar conta de tudo.
Tentando entender sozinhas.
Tentando encontrar uma explicação para aquilo que sentem.
E, muitas vezes, ouvindo:
“É assim mesmo depois dos 40.”
Mas será que precisa ser assim?
Não há nada de errado com você!
O climatério é uma fase natural da vida. Isso não significa que você precise atravessá-lo sem compreensão, sem espaço para perguntas ou simplesmente suportando tudo o que vier.
Você está atravessando uma mudança.
E talvez este seja um momento para parar de tentar voltar para quem você era e começar a compreender quem você está se tornando.
Há um outro jeito
E SE VOCÊ PUDESSE ATRAVESSAR ESSA FASE DE OUTRO JEITO?
Talvez você já tenha procurado respostas, feito exames, conversado com profissionais e tentado mudar alguma coisa. Mas, ainda assim, permanece a sensação de que falta uma peça, não necessariamente mais uma informação.
Talvez falte um espaço para juntar as peças. Um espaço para olhar para o corpo, para a história, para a vida que você vive hoje e para aquilo que está pedindo mudança.
É desse lugar que nasce o Tempo de Colher.
Uma Travessia em Três Ciclos
O Tempo de Colher não foi criado para entregar uma lista de coisas que você precisa fazer.Também não é um protocolo. Não é uma promessa de cura, nem uma tentativa de fazer você voltar a ser quem era.
É uma experiência guiada para que você possa compreender melhor essa fase, reconhecer suas necessidades e construir recursos para fazer escolhas conscientes sobre o próprio cuidado.
1. RECONHECER O SOLO
O que está acontecendo comigo? Antes de cuidar, precisamos conseguir olhar e reconhecer o que está acontecendo. Vamos criar espaço para compreender as mudanças que podem acompanhar o climatério, observar o corpo e reconhecer aquilo que merece atenção. Sem transformar todo sintoma em doença, mas também, sem normalizar tudo
2. CULTIVAR O ESSENCIAL
Do que eu preciso agora? Talvez você tenha passado muito tempo cuidando de todo mundo. Sustentando. Organizando. Resolvendo. E sempre se colocando por último. Nesta etapa, vamos olhar para aquilo que sustenta sua vida hoje. O que precisa ser cultivado? O que já não faz sentido continuar carregando? Que formas de cuidado realmente cabem na mulher que você é agora?
3. COLHER O QUE É SEU
Como quero cuidar de mim daqui para frente? A colheita não é receber uma resposta pronta. É reconhecer aquilo que você construiu ao longo da travessia. Mais compreensão. Mais consciência. Mais clareza sobre suas necessidades. E, principalmente: mais autonomia para participar das escolhas sobre o seu próprio cuidado.
Autonomia não é fazer tudo sozinha
Vamos juntas !
A boa notícia é que você não está sozinha e não precisa fazer essa travessia sozinha! Vamos?
Como Vai Funcionar
Tempo de Colher
Primeira Colheita
Uma experiência coletiva de três meses para mulheres que desejam compreender melhor o climatério e construir uma relação mais consciente com o próprio cuidado.
14 de outubro a 9 de dezembro de 2026
Encontros Quinzenais
6 encontros ao vivo pelo Zoom
14/10 · 28/10 · 11/11 · 25/11 · 02/12 · 09/12
Sempre das 19h30 às 21h.
Grupo de WhatsApp
para acompanhar a travessia entre os encontros;
Um espaço de troca e acompanhamento entre os encontros, com propostas simples de reflexão e prática.
Para além dos encontros
um apoio extra pra avançar
Material de apoio, incluindo um Guia da Jornada para servir como seu mapa da autonomia no autocuidado que você merece.
Compreender não é apenas receber informação.
É perceber. Experimentar. Relacionar. Perguntar. Escolher.
Por isso, aqui existe menos preocupação em colocar o máximo de conteúdo possível e mais compromisso com aquilo que realmente pode ser integrado à sua vida.
O conteúdo serve à experiência.
A experiência não serve ao conteúdo.
O que esperar da Primeira Colheita
O que você vai encontrar nessa travessia
Ao longo dos três ciclos, vamos conversar sobre temas como:
- mudanças do corpo no climatério;
- compreensão dos sinais e sintomas;
- percepção corporal;
- história e contexto de vida;
- sobrecarga e autocuidado;
- necessidades que mudam ao longo da vida;
- formas possíveis de cuidado;
- identidade;
- envelhecimento;
- desejo e prazer;
- relação com o próprio corpo;
- escolhas e autonomia.
Sempre respeitando os limites da experiência e reconhecendo quando uma questão precisa ser investigada ou acompanhada individualmente por um profissional de saúde
O que você não vai receber
Aqui você NÃO vai encontrar::
❌ uma lista universal de suplementos;
❌ um protocolo pronto para todas as mulheres;
❌ uma promessa de eliminar os sintomas do climatério;
❌ uma fórmula para voltar a ser quem você era;
❌ a ideia de que tudo precisa ser resolvido com práticas naturais;
❌ a promessa de que você nunca mais vai precisar de outros profissionais.
Porque mulheres diferentes têm corpos, histórias, contextos e necessidades diferentes.
O cuidado também precisa respeitar essas diferenças.
A Primeira Colheita é pra mim?
PARA QUEM É
O Tempo de Colher pode fazer sentido para você se:
- você está vivendo o climatério e sente que seu corpo está mudando;
- você quer compreender melhor o que está acontecendo;
- você está cansada de ouvir apenas “depois dos 40 é assim mesmo”;
- você percebe que suas necessidades mudaram;
- você sente que não se reconhece como antes;
- você quer encontrar formas de cuidado que caibam na sua vida real;
- você quer se incluir nas decisões sobre o seu próprio cuidado;
- você deseja atravessar essa fase em companhia de outras mulheres.
E PARA QUEM NÃO É
Essa experiência não é indicada para quem procura:
- atendimento médico;
- diagnóstico individual;
- consulta terapêutica individual;
- tratamento de uma condição específica;
- acompanhamento de emergência;
- um protocolo personalizado de saúde;
- uma promessa de cura.
O Tempo de Colher é um espaço de acolhimento, educação, reflexão, troca e construção de autonomia.
Quando uma questão precisar de avaliação individual ou de outro profissional, esse limite será respeitad
Por que criei o Tempo de Colher?
Minha própria chegada ao climatério e a busca por compreender o que estava acontecendo comigo foi o que me conduziu até a Ginecologia Natural. Primeiro, sendo acompanhada por uma terapeuta e depois trilhando uma trajetória de estudos de 18 meses.
Concluí uma especialização de 400 horas em Ginecologia Natural, realizei estágio e desenvolvi meu trabalho de conclusão sobre o uso da aromaterapia no manejo de sintomas físicos e emocionais do climatério a partir da perspectiva da Ginecologia Natural. A partir disso, passei a acompanhar mulheres como terapeuta em Ginecologia Natural.
Esse caminho aprofundou uma convicção que já estava presente em mim: a mulher precisa ser vista para além do sintoma.
Seu corpo tem uma história.
Sua rotina tem uma história.
Suas relações têm uma história.
E o cuidado precisa conseguir olhar para essa mulher inteira, sem prometer soluções mágicas e sem reduzir tudo ao “é normal”.
Foi dessa perspectiva que nasceu o Tempo de Colher.
O que você pode colher?
Não prometo que você sairá daqui com todas as respostas.
Nem que o seu corpo deixará de mudar.
Nem que o climatério ficará sempre fácil.
O que eu quero construir com você é outra coisa.
Um espaço para que você possa sair do:
“Eu não sei o que está acontecendo comigo.”
e caminhar em direção a:
“Eu compreendo melhor o que está acontecendo comigo e sei quais perguntas e escolhas posso fazer a partir daqui.”
Essa é a colheita que me importa.
Autonomia para escolher.
Primeira Colheita
Tempo de Colher
Primeira Colheita
Esta será a primeira turma do Tempo de Colher e quero começar com um grupo pequeno porque acredito que uma experiência como essa precisa de espaço para que as mulheres possam chegar, falar, escutar e construir juntas.
Até 15 mulheres
Encontros Quinzenais
6 encontros ao vivo pelo Zoom
14/10 · 28/10 · 11/11 · 25/11 · 02/12 · 09/12
Sempre das 19h30 às 21h.
Grupo de WhatsApp
para acompanhar a travessia entre os encontros;
Um espaço de troca e acompanhamento entre os encontros, com propostas simples de reflexão e prática.
Para além dos encontros
um apoio extra pra avançar
Material de apoio, incluindo um Guia da Jornada para servir como seu mapa da autonomia no autocuidado que você merece.
Se você sentiu que é hora de se incluir
Você não precisa saber exatamente o que vai encontrar no caminho. Talvez ninguém saiba. Mas pode começar por uma pergunta:
O que eu quero colher da mulher que estou me tornando?
Se essa pergunta encontrou você, talvez seja hora de começar.
Uma última coisa
Você não precisa voltar a ser quem era.
Você não está quebrada.
Não há nada de errado com você.
Seu corpo não precisa ser seu inimigo.
E você não precisa atravessar essa mudança se abandonando e nem sozinha.
Chegou o seu Tempo de Colher.
Perguntas frequentes
Não. O Tempo de Colher é pensado para mulheres que estão vivendo a transição do climatério e desejam compreender melhor as mudanças que estão acontecendo no corpo e na vida.
Você não precisa ter chegado à menopausa (o período em que se completa 12 meses consecutivos sem menstruar) para participar.
Se você sente que está vivendo mudanças e quer atravessar essa fase com mais compreensão e consciência, pode fazer sentido para você.
Pode participar.
O climatério é um período de transição e pode começar antes da última menstruação. Por isso, continuar menstruando não significa que você esteja fora dessa experiência.
Ao longo da jornada, vamos olhar para as mudanças dessa fase sem tentar encaixar todas as mulheres em uma mesma experiência.
Não.
Você não precisa ter um diagnóstico de menopausa, climatério ou qualquer outra condição para participar.
O Tempo de Colher não começa pelo diagnóstico. Começa pela sua experiência, pelas suas perguntas e pelo desejo de compreender melhor o que está acontecendo com você.
E, sempre que uma questão precisar de investigação ou avaliação individual, o acompanhamento adequado será indicado.
Não.
O Tempo de Colher é uma experiência de acolhimento, educação, reflexão, troca e construção de autonomia. Ele não substitui consultas, exames, diagnósticos ou tratamentos realizados por profissionais de saúde.
Pelo contrário: compreender melhor o próprio corpo pode ajudar você a chegar aos profissionais com mais perguntas, mais informações sobre sua própria experiência e mais participação nas decisões sobre o seu cuidado.
Autonomia não significa fazer tudo sozinha.
Não.
Embora o Tempo de Colher seja um espaço de escuta, troca e reflexão entre mulheres, ele não é um grupo de psicoterapia.
A proposta é criar uma experiência coletiva de educação, consciência, troca e construção de autonomia em torno da vivência do climatério.
Questões que precisem de acompanhamento terapêutico individual serão acolhidas dentro dos limites da experiência e, quando necessário, encaminhadas para o cuidado adequado.
A proposta é que você participe dos encontros ao vivo sempre que possível, porque o Tempo de Colher é uma experiência vivencial e construída coletivamente.
Cada encontro acontece a partir da presença, das perguntas, das percepções e das trocas entre as mulheres que estão naquele momento. Por isso, os encontros não serão gravados, justamente para preservar a privacidade e a segurança do grupo e permitir que cada mulher se sinta verdadeiramente à vontade para participar.
Se você precisar faltar a algum encontro, poderá continuar sua jornada e participar dos encontros seguintes. Porém, não haverá uma gravação para assistir posteriormente.
Isso acontece de propósito: o que é vivido em cada encontro pertence também àquele encontro, às mulheres presentes e à experiência que foi construída coletivamente.
Você não precisa estar presente em todos os momentos para fazer a travessia, mas a presença é parte da experiência.
Não.
O WhatsApp será um espaço de acompanhamento entre os encontros, com propostas de reflexão, pequenas práticas e perguntas de observação relacionadas à jornada.
Ele não funcionará como canal de atendimento individual, consulta ou plantão de saúde.
Também não será um grupo de atendimento 24 horas.
A ideia é que o grupo ajude a sustentar a experiência entre os encontros, e não criar uma relação de dependência ou substituir outros espaços de cuidado.
Não. Os encontros não serão gravados.
Essa é uma escolha intencional para preservar a privacidade e a segurança de todas as mulheres do grupo e criar um espaço em que cada participante possa se sentir verdadeiramente à vontade para falar, escutar, refletir e compartilhar.
O Tempo de Colher não foi pensado como um curso para assistir posteriormente. Os encontros serão vivenciais e construídos com a participação das mulheres que estiverem presentes.
Cada encontro nasce das perguntas, percepções, trocas e experiências compartilhadas naquele momento. Por isso, uma gravação não conseguiria reproduzir a experiência vivida por quem esteve ali, e também não seria coerente com a proposta de preservar a intimidade do grupo.
Se você não puder participar de algum encontro, poderá continuar sua jornada e estar presente nos encontros seguintes. Mas não haverá uma gravação para assistir depois.
Porque, no Tempo de Colher, a presença também faz parte da experiência.
Sim.
Você não precisa ter nenhum conhecimento prévio em Ginecologia Natural.
O Tempo de Colher foi pensado para mulheres que querem compreender melhor essa fase da vida a partir de uma abordagem que considera corpo, história, contexto, necessidades e escolhas.
Você não precisa chegar sabendo.
A jornada começa justamente pelo reconhecimento do solo em que você está pisando.
O investimento para participar da Primeira Colheita é de R$ 697.
O pagamento poderá ser realizado por Pix ou cartão, conforme as opções disponibilizadas no momento da inscrição.
Após a confirmação do pagamento, você receberá as orientações para entrada no grupo e os próximos passos da jornada.
As vagas são limitadas a 15 mulheres, para que seja possível sustentar uma experiência de troca e acompanhamento com mais proximidade.